29 setembro 2007

Gravidez sem feto - Dra Giselle Fachetti

Diversas publicações psicografadas, através de médiuns sérios, nos esclarecem que algumas das gravidezes que terminam em aborto são utilizadas como um dos meios terapêuticos do qual a espiritualidade se utiliza para recuperação de espíritos com risco de ovoidização, ou ainda, para a recuperação daqueles portadores de deformidades severas do perispírito.

O trânsito pela matéria, ainda que fugaz, permite a reestruturação do corpo espiritual. Os mecanismos de miniaturização e amnésia envolvidos no processo permitem o reequilíbrio de espíritos em sofrimento, principalmente naqueles vítimas de dores de tamanha intensidade que são tomados por estados de desagregação mental severa com grande risco de implosão do corpo espiritual.

Tal morbidade espiritual é também chamada de segunda morte, ou ovoidização. É descrita tanto por André Luiz no Livro Evolução em Dois Mundos, quanto por Adamastor no excelente livro, Ícaro Redimido, psicografado pelo médium mineiro Gilson Freire.

Se uma experiência aparentemente traumática e frustrante, como o abortamento espontâneo, pode ser utilizada para benefício dos sofredores, por que permitiria Deus, que esse aspecto fosse desprezado, enquanto inúmeros espíritos necessitam da abençoada terapia do choque físico?

Sabemos que ocorrem 90 milhões de nascimentos por ano no mundo e 60 milhões de abortamentos entre os espontâneos e os provocados. A energia mobilizada nesses processos dolorosos é imensa e tem utilidade não só para os envolvidos fisicamente no processo, mas também, para os que precisam recuperar anatomia do seu perispírito.

Nestes casos, mesmo havendo a influencia do campo morfogenético do espírito reencarnante, a formação do corpo físico fica prejudicada pelo grau de deformidade que esse principio estruturador apresenta.

Gravidezes nestas circunstâncias geram embriões e fetos com deformidades que são incompatíveis com a vida física, muitas vezes mesmo que a carga genética seja absolutamente normal. Por isso temos cerca de 10 a 20 por cento de abortamentos em gravidezes clinicamente detectadas.

Do ponto de vista médico existirão diversas explicações para o desenvolvimento inadequado do concepto e sua posterior eliminação. Doenças genéticas, teratogenicidade induzida por fatores ambientais, tais como infecções e medicamentos, alterações imunológicas, distúrbios do metabolismo enzimático e protéico.....

Tais explicações são absolutamente verdadeiras do ponto de vista material, mas a causa dos abortamentos espontâneos vai além da questão física. O espírito, que deveria presidir a formação de um novo corpo físico, traz em sua complexidade morfológica as deformidades que se transmitirão por ressonância mórfica ao seu duplo físico.

Em algumas entidades tal é a deformidade que apresentam que não são capazes de induzir a matéria a mais do que uma proliferação desordenada e agressiva de tecido sincicial como observamos nos casos de mola hidatiforme.

Os espíritos parasitas que se habituaram por séculos a extrair energias vitais de seus parceiros obsedados, os quais cumpriam sua penosa caminhada terrena, não mais do que essa capacidade podem oferecer aos tecidos cuja neoformação induziram.

Uma vez tratada a doença e eliminadas as células agressivas do organismo materno, a fonte de exploração seca. E, então, o parasita é forçado a obter energias da sua própria economia fisiológica.

Neste momento crucial ele é capaz de vislumbrar flashes de consciência, que se reforçados pela energia amorosa da família que sofreu a perda com resignação e esperança, servirão de combustível para o seu desabrochar definitivo como espírito consciente, o que já foi antes de afundar no charco de seu desespero.

Portanto, apesar de ser possível em situações excepcionais, a existência de gestações sem que haja espíritos a elas destinados, essa situação é raríssima. Rara, pois que a espiritualidade superior é extremamente organizada e procura não perder nenhuma oportunidade de realizar o bem.

E ainda, quando isso excepcionalmente acontece, tenhamos a certeza que não se formará um sistema orgânico perfeito e funcional, pois tal não é possível sem a influência de um espírito com sua estrutura fisiológica minimamente adequada.

Serão no máximo as gravidezes anembrionadas e mais freqüentemente os microabortos, que ocorrem de forma até imperceptível ao diagnóstico clínico.

Sabemos que cerca de 70 % dos ovos são perdidos sem que cheguem a gerar gravidez clinicamente detectável. Isto sim, ocorre por não haver espírito determinado para encarnação naquela oportunidade.

Hoje, podemos esclarecer melhor, o que foi genericamente abordado no Livro dos Espíritos. Naquela época sequer se conheciam as diversas possibilidades em termos de causas orgânicas de abortamento e teratogênese. Daí por que houve uma resposta essencialmente genérica. Agora, entretanto, já temos condições de nos depararmos com verdades mais profundas.

Entre os natimortos alguns haverá que
não tenham sido destinados à encarnação de Espírito?

“Alguns há, efetivamente,
a cujos corpos nenhum espírito esteve destinado.
Nada tinha que se efetuar para eles.
Tais crianças então só vem por seus pais.”


A utilidade desse conhecimento se faz pelo objetivo primordial de valorização da vida, quer ela progrida, ou não, além das barreiras do ventre materno. Qualquer que seja a duração de uma gravidez, ela deve ser vivida com amor.

Os pais devem saber que o amor que transferem ao espírito que foi espontaneamente abortado, ao portador de deformidade física incompatível com a vida, ao deficiente, é o medicamento abençoado que os curarão da morbidez que longamente carregam, em função de seus próprios delitos, mas que por caridade Divina tem essa oportunidade impar de tratamento reestruturador.

Se o amor e a aceitação impregnam as entranhas maternas que acolhem o doente frágil em internação de caráter intensivo, emergencial e, na maioria das vezes, compulsória, o resultado só pode ser o milagre da recuperação plena da anatomia espiritual.

Repercussões ainda mais significativas ocorrem como resultados dessas experiências marcantes. Em um futuro breve a família que sofreu com a perda inesperada, pode ser presenteada com uma linda criança, para que cresça sob sua guarda. Criança esta agradecida e doutrinada para o bem, já que aprendeu pelo exemplo e pelo sentimento.

A redoma de amor que se formou durante a gravidez frustrada permanece incubando o ex-sofredor e protegendo-o em sua nova fase. É um reservatório energético que o conduz firmemente através das desventuras que terá que atravessar, ainda no mundo espiritual, para ser digno de uma outra oportunidade reencarnatória, agora passível de êxito do ponto de vista de realizações cristãs.

Ele, após essa sublime transfusão energética recuperadora do seu corpo espiritual debilitado, passa a captar as instruções superiores e consegue, finalmente, fortalecer-se no caminho do bem. Bem que o conquistou nesse breve período de terapia intensiva que é denominada pelos servidores imateriais do Cristo como choque físico de amor.

29 comentários:

Alice Branco disse...

À luz do espiritismo como se pode entender a ocorrência de sangramento uterino muito intenso, muito prolongado - clinicamente, o diagnóstico é de baixa taxa de progesterona porém acredito existir outra razão que foge à compreensão dos médicos.

Anônimo disse...

Estou passando por isso e essa matéria me ajudou muito.Apesar da imensa dor da frustação fico feliz de poder ajudar um irmão nosso que precisa de reequilibrar sua energia espiritual.Peço a Deus que me dê força e resignação!Obrigada pelas informações!

******Princess**** disse...

meu nome é maite, hj estou na véspera de minha segunda ultrassonn e muito ansiosa pois na primeira não se viu o embrião estava muito triste e ficarei se não correr td bem ...mas esse texto me deu esperana e instruções valiosas...muito obrigada a vcs e meu deus que muita misericórdia tem por todods nós

Vozinha triste disse...

Vozinha triste.
Minha filha engravidou do próprio esposo e rejeitou muito essa gravidez, ao ponto de falar em abortar ou até mesmo tirar sua própria vida. Fez uma ultra som e detectou uma gravidez anembrionária. Esse espírito cada vez mais se tornou um sofredor? Ou evoluiu com essa rejeição? O esposo dela e toda a nossa família, como também a dele, estávamos muito felizes. Essa nossa felicidade esse ser sentiu? Por favor se puderem respondam-me.Estou triste, pois já amava muito meu netinho ou netinha.

Sérgio Vencio disse...

Vózinha triste

Não temos condições de sabermos com exatidão os detalhes relativos a essa gravidez.
Apenas sabemos que a vontade de Deus é muito superior à nossa.
Se essa gravidez estivesse realmente fadada ao sucesso ela se desenvolveria, quer sua filha a aceitasse ou não.
O problema é que sempre buscamos um responsável por nossas decepções.
Sabemos que 20% das gestações terminam em aborto espontâneo e não devemos responsabilizar ninguém por isso.
Se havia um espírito ligado a essa gravidez, o amor da família certamente foi sentido por ele.
O fato de sua filha não ter aceitado a gravidez, naquele momento, não costuma ser uma reação pessoal, contrária aquele espírito. Essa situação não significa falta de amor...Existem tantas circunstâncias que interferem em nossa capacidade de expressarmos o amor ....
Talvez essa gravidez tenha tido a simples função de despertar nela o sentimento maternal para o futuro...Já vi acontecer...
Ou talvez sua filha tenha intuído a perda e, assim não se deixou comover pela gravidez.
Não temos o direito de julgar os sentimentos alheios.
Gravidez e maternidade são grandes responsabilidades, vc bem sabe disso.
É natural que tenhamos medo.
Ore por ela e pelos espíritos que estão ligados a sua família conforme Jesus nos ensinou, Que seja feita a sua vontade e não a nossa!!!
Pode ter certeza que se havia um irmão se preparando para reencarnar, essa prova era necessária para seu desenvolvimento e futuro reencarne bem sucedido. Ele está melhor hoje do que antes, disso temos certeza...Não é isso que nos ensina a Doutrina Espírita?

Giselle

FERNANDA disse...

No início do mês passado tive a maravilhosa notícia de que eu seria mãe, pela primeira vez.
Porém, na ultima quinta-feira, fui fazer meu primeiro ultrassom, quando descobri que era uma gestação anembrionada, não havia embrião. Foi tudo muito estranho, ver o saco gestacional vazio.
Na sexta, fiz uma curetagem.
Como falado no texto, explicações materiais para o assunto, existem muitas. Mas estou em busca de uma explicação espiritual para isso. Entendi perfeitamente a explicação para casos de aborto espontâneio onde há formação de embrião ou feto. Mas no caso de gestação como a minha, anembrionada, qual a explicação? Não teria um espírito destinado? Ouvi de algumas pessoas proximas que um tempo antes de engravidar, o espirito já está por perto. Eu, envolvida pelas turbulências da vida, senti antes de engravidar uma paz de espírito, em momento que deveria ser de estress. Amigos, após descobrirem minha gravidez, deram esta explicação para mim.
Apesar de entender que essas coisas acontecem, de que nada acontece por acaso, gostaria compreender melhor esta situação. Muito obrigada.

Lidyanne disse...

Eu nunca havia ouvido falar de gestação anembrionária e isso a primeira vista pra mim foi um choque, pois queria muito ser mãe, porém a gestação anembrionária não pode ser confirmada, já que eu tinha poucas semanas de gestação, mesmo sabendo que essa hipótese existia, eu optei em continuar curtindo minha gestação, dando muito amor aquele espírito que estava comigo...há 4 dias se confirmou a gestação anembrionária e no momento que tive essa certeza, pedi muito a Deus que me desse força, que eu soubesse enfrentar essa situação com calma, em pensamento conversei com o espírito, que sei que está ligado a mim, que naquele momento não foi possível a vinda dele, mas que meu coração estava aberto a hora certa da reencarnação, que como ele foi muito amado por 4 semanas, ele será amado por 9 meses e pela vida inteira...
Essa é a primeira vez que leio sobre a visão espírita na gestação anembrionária e essa matéria me fez ver que agi corretamente e me ajudou muito a me sentir ainda mais em paz e com a consciência tranquila de que meu sofrimento não teria sido em vão, que eu como mãe sofri muito agora, mas que o espírito que dará vida ao meu filho pôde crescer e progredir comigo, com certeza eu também estou resgatando débitos passados e creio que posso dizer que resgatei esses débitos com sucesso, pois vivi com muito amor essa gestação...

Quanto ao comentário da Fernanda, eu estava analisando e acho que o espírito na gestação anembrionária está tão debilitado que nao consegue se prender ao corpo material, porém ele está perto e é importante sentir que seria amado se estivesse ali, para ter forças e retornar a vida material com mais segurança de que será apoiado, amado, e que apesar das dificuldades que ele enfrenta, poderá ter uma vida em família e assim resgatar com ainda mais sucesso seus débitos passados.

As outras mães que tomarem conhecimento desse texto, desejo que consigam enfrentar esse momento doloroso com a calma possível e necessária, tentem olhar com uma visão mais "positiva" da situação ocorrida e lembrem que nós fomos capazes de ser instrumento para a evolução de um ser que aprendemos a amar, mesmo sem sequer vê-lo, ou, que se o débito for nosso, que temos que passar por ele, para adiquirir força suficiente para continuarmos a nossa evolução nesta vida terrena.

Andréia disse...

Tive uma gestação anembrionária que me deixou muito triste, até hoje não me recuperei principalmente por que me sinto culpada pois no primeiro estante eu e o pai rejeitamos fiquei confusa e pensei até em abortar, passado o susto quando já estava amando a ideia de ser mãe descobrir que a minha gestação não iria para a frente mesmo com os diagnosticos médicos não quis acreditar que era verdade e lutei por essa gravidez pedi muito a Deus para não levar o meu bebê e que me perdoar por ter o rejeitado mas mesmo assim aos 3 meses tive um aborto e veio ao fim a gestação eu e o pai do bebê ficamos muito triste tentando achar de quem era a culpa de tudo isso mas não tivemos nem uma resposta desde então sofro muito com essa perda tento seguir nossas vidas mas toda vez que penso no sofrimento que passei parece que nunca vou conseguir superar e tenho muito medo que aconteça de novo meu namorado quer tentar de novo um bebê mas tenho medo de sofrer de novo, penso sempre nele e peço que ele me perdoe.Por favor se alguem poder me ajudar ficarei grata.

critiane disse...

não sabia que era tão comum a gravidez anembrionária.foi um moumento muito dificil na minha vida ,e nã tinha ideia que outras pessoas tb já haviam passado por isso.meu bb com 4 semanas já tinha nome,NICOLAS comecei afazer o diário da minha gravidez e podia senti-lo muito perto de mim.guando veio a noticia pedi muito a Deus pra fazer um milagre.porém o maior milagre foi o consolo que o mestre me deu.

Anônimo disse...

Olá. Não sabia o que era uma gravidez anembrionária até a última semana. Estava grávida de 10 semanas e ao fazer a primeira ultrassom, descobri o triste fato. Durante a ultrassom, o silêncio e o semblante da médica já denunciavam que algo estava errado. Neste momento, já sabia o triste diagnóstico. Havia lido depoimentos de mães que passaram por isso um dia antes. Quando peguei o resultado e o li, parece que já estava preparada para isso. Doeu muito alguns minutos depois quando a médica me explicou que eu provavelmente sofreria um aborto em alguns dias. O sentimento de frustração e culpa são inevitáveis neste momento. Vivi meu luto naquela noite e no dia seguinte, agradeci a Deus pela experiência, mas lendo esse site pude entender o que espiritualmente uma gravidez anembrionária possa significar. Talvez o espírito ainda não tivesse preparado.Seu perispírito frágil não conseguiu desenvolver-se. Com mais conhecimento sobre o assunto, rezarei também para este espírito. Ele foi amado e desejado desde o momento que soube da gravidez. A dor e o sofrimento são importantes aprendizados. Hoje, dois dias após o ocorrido, sinto-me ainda fraca fisicamente, mas um pouco mais forte espiritual e emocionalmente. Deus sabe o que faz. A sabedoria divina é perfeita, sublime.

Cristiane Resende disse...

Bem, eu tento ser mae desde 2006, tive 2 abortos expontaneos, e uma adoçao q nao seguiu por parte da mamae biologica e q resultou no desencarne do bebe por maus tratos e descaso da mae. e por fim realizei a 20 dias uma fertilizaçao in vitro com transferenca de 1 embriao q nao deu certo, chorei, sofrir, mas entendi! Hoje me sinto incapaz de seguir a diante com esta busca de ser mae, pois acho q devo estar pagando promissorias das vidas passadas, peço a Deus q agora seja a ultima. Este texto q li aki me ajudou a pensar diferente e fiquei com meu coraçao mais aliviado, pois amei demias cada filho q foi mandado p mim e espero q eles estaja, progredindo. Só queria ser mae de verdade de um bebe lindo enviado por Deus p me ajudar na minha caminhada terrena e vice-versa. Obrigada

Adrianasr disse...

No ultimo dia 19 de agosto de 2012 foi constatado que meu bebê de 36 semanas estava morto , foi um pesadelo para mim por que no inicio da gravidez e durante ela tive muita resistência em aceitar , não conseguia comprar nada nem escolher o nome do meu menininho algo me dizia que ia dar errado... , após a noticia foi muito duro vê-lo tão perfeito e morto sem vida , pedi pela autópsia e depois me arrependi por saber como esta foi feita , ainda sofro muito tenho procurado ajuda espiritual , me revoltei muito com Deus até por não me deixar lutar pela sua vida já que não me lembro da ultima vez que ele mexeu , me senti péssima e ipotente diante do ocorrido , mas sinto que tudo isto é pelo amor que sinto e pela falta de não poder amá-lo, pegá-lo , como meus outros filhos , peço muito a ele e a Deus que ele retorne para mim em outro tempo para que eu possa repassar tanto amor preso no meu ser que até dói de tanta saudade.

Anônimo disse...

Descobri ontem que estou com uma gestaçao anembrionada com 8 semanas e 3 dias. Morri de chorar pois ja amava demais o bebe. Agora entendo por que nao vai ser possivel essa gestaçao. Na minha primeira ultrassom tinha embriao e sinais vitais(batimento cardiaco, com 6 semanas. Quando fiz ontem o ultrassom nao havia embriao, só o saco gestacional. 23/11/2012. Maezinha de Pernambuco.Força para nós todas!!!!!

aline disse...

estava pesquisando sobre outra coisa e vim parar aqui, acredito que seja Deus que tenha me encaminhado a isso, pois a cinco meses atras eu tive um aborto retido, o feto parou de desenvolver, sofri muito chorei muito, mas tive força para aceitar com amor que nao era a hora, e agora a duas semanas perdi novamente o bebe desenvolveu nas trompas tive emorragia e quase morri, mas fico muito feliz por cooperado com nossos irmaos, espero sim que um dia eu possa ter esse bebe lindo em meus braços, mas por enquanto fico grata por ter podido cooperar, paz e luz a todos

aline disse...

no espaço de cinco meses tive dois abortos os dois o bebe parou de desenvolver, sofri chorei mas agora fico em paz por estar cooperando com nossos irmaos que precisam... bjs paz e luz atodos

Anônimo disse...

Olá..lendo o livro Divaldo Franco, na parte que fala sobre abortos, resolvi fazer uma pesquisa na internet sobre abortos (gravidez anembrionária) e a primeira pag que abri foi esta. Creio que não foi por acaso.
Em Abril de 2012, apos 2 testes um de farmácia e outro laboratorial, descobri q estava mesmo grávida, (pois segundo meu DR, eu so engravidaria com tratamento) Tenho utero retrovertido e havia mais de 6 anos q nao fazia uso de anticoncepcionais. Fui ao meu médico, q em seu monitor de ultrassom, confirmou o q ja estava com 9 semanas, e q isso era a prova q eu e meu parceiro éramos férteis, e que ele havia se equivocado, então me pediu q voltasse na proxima semana, p/ escutar os batimentos. Contei pro meu noivo, que no primeiro dia ficou sem reação, cabisbaixo, e isso me deixou com uma sensação mto grande de medo. No dia segunte, ele chorou bastante, e me falou que cuidariamos dele com todo amor do mundo, e logo toda familia, minha e dele já estavam alegres e felizes por esse novo ser que faria parte de nossas vidas. Que alegria, uma semana depois na vespera do meu aniversario, fizemos ate festa chamamos todos e foi só alegria. No dia seguinte acordei com tantas dores, era domingo, e mesmo assim o dr me atendeu. Na ultrassom, ele me mostrou, um saco gestacional vazio...segundo ele sem vida. Que aquilo na medicina não tinha definição do q exatamente seria a causa, poderia ser por 'N' motivos. Foi qdo vi meu mundo de sonhos desabar. Chorei e lamentei por meses, a dor era tamanha, q me tornei uma pessoa amarga, até o dia q compreendi q aquele talvez não era o momento para eu me tornar MÃE, no sentido real da palavra, não sei por que, mas coloquei isso na minha cabeça. Já se passaram mais de um ano e ainda não tive coragem de tentar novamente. Pelo medo de acontecer tudo outra vez, sinto q o bloqueio ficou, depois de mais de 6 anos sem usar metodos anti contraceptivos, voltei a usa-los, e não sei se nesta vida serei mãe. Já estou com 33 anos. E sinto que o tempo está contra mim. Essa matéria me ajudou mto, mas dentro de mim existe um conflito muito intenso! Deus me auxilie!

Sara disse...

Há um ano e meio sofri um aborto, tive forte sangramento por quase dez dias, e ao final da sexta semana de gestação foi necessário fazer uma curetagem. Foi muito triste, mas aceitei e este fato veio para atentar mais para a minha saúde. Após isso descobri que tinha miomas uterinos, fiz tratamento e fui liberada novamente para engravidar. Após cinco meses de tentativas, finalmente veio o resultado positivo. Eu e meu marido ficamo muito emocionados, principalmente após a primera ecografia que mostrou gêmeos monoaminióticos! Estava tudo bem não fosse por um hematoma. Ao repetir a ecografia, o cenário piorou, mesmo os embriões tendo crescido normalmente, o hematoma aumentou e os batimentos estavam abaixo do normal e há ausência do corpo lúteo. Agora estou de repouso absoluto, mas as expectativas não são muito positivas. Há bastante tempo busco amparo nos estudos da doutrina, o que faz aceitar estas situações da melhor forma. Estes filhos são muito aguardados, mas diante desta nova situação, resta apenas orar e ter esperança. Este texto nos traz um pouco mais de conforto para quem passa por este momento tão triste.

Flávia disse...

Tive uma gravidez anembrionária logo depois que casei, em 2009. Era o bebê que sempre esperamos. Li essa matéria que me ajudou muito após o aborto.Três meses depois engravidei novamente, dessa vez o feto estava presente, mas um descolamento de placenta no primeiro trimestre levou a um aborto espontâneo apesar de todos os esforços: Repouso, remédios e tudo mais.Um ano depois engravidei novamente e a gestação correu tudo bem, inclusive o parto. Minha pequenina está hoje com quase dois anos e é super saudável! Mas quando ela estava recém-nascida, ficou um tempo chorando demais de dia, sem conseguir dormir, e após um momento de prece e passe houve a manifestação de um espírito, indignado porque havia tentado vir como nosso filho e não conseguia ir adiante nessa tentativa e ela estava ali, recendo todo carinho.Entendi, então, que estava relacionado aos dois abortos que tive. Então após conversa ele entendeu que havia motivos para que ele não estivesse conseguindo reencarnar, mas que nosso coração estava disponível para recebê-lo quando Deus achasse que fosse a hora certa.A partir desse dia, não tivemos mais problemas com o sono da nossa filha. Agora, após um ano e sete meses, engravidei novamente e nova gestação anembrionária. O aborto aina não aconteceu, mas já estou ciente.Será que é o mesmo espírito que não consegue reencarnar?

naiara escobar disse...

Impressionante tantas histórias parecidas com a minha. É um bálsamo consolador esses esclarecimentos, apesar de dolorosa a situação .Estou passando pela segunda gestação anembrionária em um período de um ano, meu esposo queria muito esse filho ,eu também queria , mas senti desde o início uma sensação estranha com relação ao feto e a presença do espírito um tanto perturbado e nervoso ,rezo por ele .Obrigada amigos e guias espirituais .Deus os abençoe.

Aline Marques disse...

Olá irmãos e irmãs,

Tenho um filho amoroso e saúdavel de 6 anos. Há 2 anos quis ser mãe novamente, e infelizmente tive um aborto retido com 8 semanas que só vim a descobrir com 12 semanas. Foi um choque. Meu esposo sofreu muito e se traumatizou com a situação. Não quis mais tentar, e eu não consegui convencê-lo do contrário. Porém no dia 03/09/2014 descobri que estava grávida. Meu esposo reagiu muito mal a notícia, não tive o seu apoio, pelo contrário, somente discussões e tristezas. No dia 20/09/2014 descobri que a gravidez era anembrionada, e isso foi muito triste, porém, não sei explicar, estou conformada com a situação. Não sei se Deus permitirá que eu realize o meu desejo de ter mais um filho, porém sou muito grata pelo filho que tenho, é a minha benção. Às irmãs que estão tentando, muita luz e força, nunca desistam. Deus é misericordioso, e tem um plano para cada um de nós.
Gostaria sim de saber o porquê, e este texto foi uma luz para mim. Obrigada!

Silvana Ferreira disse...

Faz um ano que passei por uma gestação assim. Foi muto duro e difícil de entender, pois eu nunca havia ouvido falar em casos como este. Mas a luz da doutrina espírita que me conforta o coração e me deu e me dá forças, pois sei que nada foi por acaso e mesmo sem saber qual o motivo, sei que foi o necessário. Agora, estou em processo de tentar engravidar novamente e só peço a Nosso Pai que seja feito o que é preciso e que o irmão que não pode reencarnar da outra vez esteja bem em todos os sentidos e que estou aqui, de coração aberto e cheio de amor, para que seja realizado o que está previsto. Estou com medo, confesso, mas o amor é maior que tudo e me dá forças e coragem para seguir em frente!

Autonoma disse...

Descobri que seriam dois, perdi os dois, um de forma anembrionada e outro com mal formação, eram gemios, doi muito, no começo senti em minha volta, depois dentro de mim, e derrepente, não os senti mais dentro de mim, e ao fazer ultrassom, o que era gravidez gemelar, virou o que foi descrito acima, estou agora esperando meu organismo resolver essa situação naturalmente, para tentar evitar a curetagem. Gravidez muito desejada e amada por muitos...doi demais.

meire cristiane Verao disse...

Tive duas gestações anenbrionarias as duas muitu desejadas e amadas mas e un sofrimento muitu grand e eu n me confirmo ainda o porque dissu

Sonia Souza disse...

Já tive 2 aborto espontâneo e agora engravidei de novo só que perdi fiquei muito triste quero muito engravidar e consigo só que não vai pra frente será que ainda vou ter um baby porque isso acontece. Me chamo sonia

Unknown disse...

Olá a todos. Bom tenho uma filha linda de 8 anos, E ano passado a pensei em ser mais novamente. Tive 1 gestação anemilionária e 6 meses após engravidei, bom me realizei completamente,porém eu tinha muito receio e como sou enfermeira fiz vários exames e cuidei muito mais, inclusive ausculta de bcf diárias. Eu achei que ela iria nascer prematura, comprei o mínimo do enchoval possível. Pois compraria o resto quando do ela nascese. Enfim dei muito amoruim e elá era tudo que nos mais amávamos. Um dia ela quase não se movimentou e no meu trabalho não tive tempor de auscultar os bcf da minha boneca, no dia seguinte no meu trabalho tentei auscultar e não consegui segui,fui a ginecologista e as 34 semanas ela estava morta. Bom a ficha não caiu na hora, após uno dias fiquei deprimida,revoltada e me sentindo culpada. Pois cuido de todos e da minha filha eu não cuidei. Hoje eu creio que fui escolhida para dar muito amoruim, luz e casa para um irmã. Espero reencotra-lá um dia. Ainda sinão ela mexendo em meu ventre. Sei que sou iluminadquirir por ter sido escolhida por Deus para dar o que ela necessitava. Eu aindagação me recuperando, a família se abala muito, pois ninguém está a espera da morte e sim da vida. Hoje eu me vejo uma pessoa mais forte e humana,espiritualmente falando. Creio que são provas que Deus nos dá para nos purificar. Ainda pretendo ser mãe novamente e estou tentando. E tenho fé que serei abençoada. Muito bom ler este texto. Eu já tinha está idéia é só firmei meu saber. Obrigada.

Unknown disse...

Olá, meu nome é Michelle Lima, tenho 35 anos. A um ano e dois meses atrás tive uma gestação ectópica na qual perdi a minha trompa esquerda, agora depois de um ano engravidei novamente estou de 8 semanas, mas fui fazer a ultrassom e o médico não viu o embrião e acha ser anebrionada, estou sem chão e com uma dor imensa no coração. Peço a Deus que me ajude pq não entendo pq isso acontece comigo. E espero que este espírito que poderia ser meu filho saiba que o amo muito:(

lilizinha disse...

Acabei de passar por isso e é mto doloroso! Eu já amava aquele serzinho e o fato de me tornar mãe. Chorei mto lendo o texto e todos esses comentários. Espero em breve engravidar novamente e ter meu bebê, saudável e feliz, em meus braços. Também desejo o mesmo a todas as mulheres q já passaram por essa dor.

Danielle disse...

A quase 3 anos,estava gravida de 15 semanas.No primeiro ultrassom estava tudo bem no segundo ja não havia batimentos cardíacos.
Fiquei muito triste e demorei para me recuperar emocionalmente.Em julho desse ano 2017, descobri que estava novamente, fiz uma ultrassom com 6 semanas de gestação segundo as minhas contas e não deu pra ver o embrião.
Esperei mas 2 semanas, então descobri que era uma gravidez tubária, tive que tirar uma trompa.Estou arrasada.
Será que os espíritos escolheram não reencarnar em minha família?
Danielle 33 anos

Edwiges CP disse...

Que confortador seu texto. Sinti-me muito grata por suas palavras. Recebi esta notícia ontem. Gravidez anembrionária.Estaria com 9 semanas. Deus é perfeição e a perfeição Dele está em tudo. Creio que há um bem maior apesar do fato triste. Esse espírito foi muito desejado. Vibrei cada dia do mês para haver a concepção e após as relações físicas eu colocava a mão no ventre e irradiava luz para que o processo acontecesse. Ele seria muito amado. Mas Deus tem planos maiores. Outro filhinho virá. Tenho certeza me meu coração.