17 janeiro 2011

Ter ou não ter filhos e Reencarnação - Dr. Ricardo Di Bernardi




O controle da natalidade vem sendo praticado desde os primórdios dos tempos. A civilização humana sempre encontrou raízes ou ervas com as quais feiticeiros ou médicos procuraram interferir no processo da concepção ou mesmo da gestação em curso.

Mesmo aqueles casais avessos aos processos artificiais frequentemente optam por “métodos naturais”, evitando relacionamento sexual nos dias férteis e objetivando o mesmo resultado: a limitação da natalidade.

Teoricamente, em todos os casais haveria uma possibilidade de número maior de filhos, caso não houvesse alguma forma de controle ou planejamento familiar. Esta constatação nos leva a crer que há, na quase totalidade dos casais, alguma interferência, por livre iniciativa, sobre a natalidade de seus filhos.

Em face do exposto, o bom senso nos leva a posicionar realisticamente, sem no entanto perdermos a visão idealística. Nós, seres humanos já conquistamos o direito da liberdade de decidir, evidentemente com a responsabilidade assumida pelo livre arbítrio. O Homo Sapiens já possui a possibilidade de escolher a rota de seu progresso, acelerando ou reduzindo a velocidade de seu desenvolvimento espiritual. Somos os artífices da escultura de nosso próprio destino.

Nas informações que são colhidas, psicográfica ou psicofonicamente, os espíritos nos expõem a respeito da planificação básica de nossa vida aqui na Terra, projeto desenvolvido antes de reencarnarmos. Se é verdade que os detalhes serão aqui por nós construídos, certamente o plano geral foi anteriormente elaborado no mundo espiritual, frequentemente com nossa aquiescência. Dessa planificação básica, consta o número de filhos.

Se um determinado casal deveria receber 4 filhos na sua romagem reencarnatória e não o fez, pelo uso das pílulas anticoncepcionais ou outro método bloqueador da concepção, ficará com a carga de responsabilidade a ser cumprida. Não se permitiu a complementação da tarefa a que se propôs antes de renascer.

A grande questão que surge é com relação às consequências advindas da decisão de limitar a natalidade dos filhos. Sabemos que há, frequentemente, uma transferência do compromisso estabelecido para outra encarnação.

Sucede muitas vezes que essa decisão de postergar compromissos determina a necessidade de um replanejamento espiritual com relação àqueles designados à reencarnação em um determinado lar. Podem os mesmos obter “novos passaportes” surgindo como netos, filhos adotivos ou outras vias de acesso elaboradas pela espiritualidade maior. Ocorrerá, nestes casos, a necessidade de um preenchimento da lacuna de trabalho que se criou ao se impedir a chegada de mais um filho.

O trabalho construtivo, consciente ou inconscientemente desenvolvido para a substituição do compromisso previamente assumido, poderá compensar pelo menos parcialmente a dívida adiada. Qualquer débito cármico poderá ser sanado ou apagado por potenciais positivos, às vezes bem diversos dos setores daqueles que originaram as reações. No entanto, o labor amoroso na área mais específica da maternidade e da infância carentes são naturalmente mais indicados para a harmonização das energias tornadas deficientes nessa área.

Se o ideal é que cumpramos o plano de vida preestabelecido, é também quase geral o fato de que neste planeta a maioria não logra êxito na execução total de suas tarefas. Resta-nos a necessidade de consultar honestamente a consciência, pois pela intuição ou sintonia com nosso eu interno encontraremos as respostas e dúvidas (ou dívidas) particulares nesse mister.

É constatação evidente o fato de, normalmente, não nos recordarmos dos planos previamente traçados, mas é verdadeiro também que frequentemente fazemos “ouvido de mercador” aos avisos que nosso inconsciente nos transmite. Não esperemos respostas prontas ou transferência de decisão para quem quer que seja, afinal estamos ou não lutando para fugir das mensagens dogmáticas, do “isto é permitido” e “isto não é”?. Cada casal deverá valorizar o mergulho em seu inconsciente, sentir, meditar, e das águas profundas de seu espírito, trazer à superfície a sua resposta...






Ricardo Di Barnardi é médico pediatra-homeopata, reside em Florianópolis, é palestrante espírita internacional, escritor com vários livros publicados na área.

30 novembro 2010

A proximidade do fim de ano trazendo esperanças renovadas

Paz e luz!
Data bem aventurada essa, da proximidade do Natal, do nascimento de Cristo, que nos faz mais amenos e reflexivos, empreendendo esforços para modificarmos de alguma forma nossas vidas e roteiros.
Realmente a invenção do calendário foi uma ideia excelente, que nos permite, a cada ciclo de um ano, reacendermos a esperança em nossos corações, projetando ideias novas, planos diferentes, mudanças de rumo.
E é extremamente salutar que isso aconteça. Não devemos de forma alguma fechar nossa mente e coração para esse clima de mudança que está no ar, de renovação. É descrito em vários livros espiritistas, que há toda uma preparação para a nossa encarnação (Vide missionários da luz de Chico Xavier / André Luiz). Esse preparo envolve nossos pais, nossa vida, profissão, companheiro(a) de viagem, filhos, mas porém na maioria das vezes, acabamos por repetir padrões de comportamento apresentados em outras vidas e passamos a nos desviar da rota.
Não constitui alegoria infantil imaginar que uma espécie de acordo, de contrato, foi firmado antes de reencarnarmos. Isso representa a mais pura verdade.
Uma boa analogia é comparar a nossa reencarnação a uma solicitação de emprego em uma grande fábrica. Existem muitos candidatos e poucas vagas. Mostramos o nosso currículo e somos convidados a uma análise de nossos pontos fortes e fraquezas. Assumimos o compromisso de trabalharmos de forma séria, de nos dedicarmos, porque precisamos do emprego e do dinheiro. Porém no desenrolar dos anos, quantos trabalhadores levam a sério mesmo seu trabalho e não se deixam levar pelo comodismo, pela estagnação, pelas más companhias, etc... ?
Assim é na nossa vida. Promessas, todos fazemos e aos montes. Quantos de nós porém tem cumprido com honradez e seriedade a parte que nos cabe?
Vamos aproveitar o fim de ano para melhorarmos nossa produtividade espiritual, planejarmos de forma estratégica o que realmente queremos nas nossas vidas e acima de tudo, colocar em prática um plano de ação eficaz para nos transformarmos definitivamente em seareiros do Cristo.
Que as bençãos e vibrações amorosas do fim de ano toquem nossas mentes e coração e nos tornem pessoas melhores.
Feliz 2011 para todos. Paz e luz!

03 setembro 2010

A dor da perda.

Alguns fatos importantes :
1 - Vivendo em um País de maioria cristã acreditamos na continuação da vida após a morte.
2 - Como pessoas inteligentes e observadoras, sabemos que cada dia que passamos nos deixa mais próximo do plano espiritual.
3 - Sem dúvida, caminhamos nesse mundo rumo ao desencarne.
Porém, essa certeza e todos os conhecimentos já adiquiridos pelo homem nem sempre são suficientes para acalentar o coração frente a dor da perda de um ente querido.
Uma pergunta óbvia. Porque a morte do corpo físico é vista de forma tão dolorosa pela maioria das pessoas ?A resposta é complexa, mas alguns pontos podem ser destacados.
Há um atavismo religioso importante, onde a morte é encarada como perda, como derrota, como fraqueza e não da forma verdadeira, ou seja, o retorno para a vida real, daonde saimos antes de reencarnar.
Engraçado pensar que a cada ciclo de nascimento e morte ocorrem situações diversas nos dois planos da vida. Senão vejamos: antes de renascer na Terra, vivemos em espírito no mundo espiritual, fazemos compromissos, planos, cultivamos amizades, amores, etc... No momento do nosso nascimento sentimos medo, insegurança, e todos os nossos amigos do plano espiritual se emocionam com a nossa vinda, antecipando a saudade da separação temporária. Na Terra é o inverso. Há festa, alegria, regozijo.
Quando desencarnamos o contrário acontece. Os daqui choram e os de lá celebram.
Muito do sentimento de dor e perda vem do desconhecimento da vida espiritual. Porém essa situação poderia ser rapidamente revertida se houvesse interesse real das pessoas em aprofundar em temas sobre os quais a doutrina espírita vem falando há décadas. Exemplo maior disso é o livro Nosso Lar, psicografado por Chico Xavier em 1940 e que agora vai estreiar nos cinemas brasileiros com a promessa de se tornar um blockbuster.
Quando o desencarne nos afasta temporariamente de alguém querido, somos guiados pela dor e pelo medo da incerteza e isso nos mostra um futuro sem sentido e obscuro. A grande verdade porém é que podemos e devemos fazer diferente. Esse caminho porém não pode e não deve ser trilhado sozinho. É necessário a verdadeira humildade para encararmos de frente nossa dificuldade e pedir ajuda. Ajuda a Deus, aos amigos, aos que amamos, expor de forma verdadeira e sincera as nossas angústias e aceitar ser ajudado.
Na prática clínica do dia a dia vemos pactos inconscientes de infelicidade entre os que ficaram e os que foram para o outro plano. É como se dissesem, porque você "morreu" não posso mais ser feliz. Outro fato digno de nota é que muitos sofrem calados, achando que os que estão ao seu lado, sofrem mais que ele e não suportariam mais esse sofrimento. Ledo engano. Nada é mais maldoso do que julgar as pessoas que estão ao nosso lado como incapazes de suportar conosco os problemas.
Muitas pessoas se culpam por enfraquecerem frente a esse tipo de sofrimento, como se isso fosse coisa de gente sem fé e sem conhecimento religioso. A verdade é que nessa luta diária pela nossa evolução espiritual, cada um luta com as armas (qualidades) que tem e manifesta as dificuldades de forma diferente.
"Conhecereis a verdade e ela vos libertará!" Não tenha medo de enfrentar essa dificuldade, avance no crescimento espiritual, procure pessoas que possam te auxiliar, leia sobre o assunto, abra sua mente para um conhecimento que pode ser libertador. Não faça pactos com a tristeza. Lembre-se que acima de todos nós, Deus nos governa baseado nas leis do amor. AMOR! Tudo está certo, na hora certo, do jeito certo. Se ainda não entendemos, isso só nos mostra o quanto somos ignorantes e pequenos. Mas o amor de Deus continua ao nosso alcance.
Paz e luz!

31 julho 2010

Gêmeos Univitelinos - Ricardo Di Bernardi

Ao observarmos um par de gêmeos univitelinos constatamos a incrível semelhança dos caracteres físicos, ou seja de seu fenótipo. Sabemos que este fenótipo semelhante decorre de ambos provirem de um “pool” de gens idênticos, ou seja, os dois provêm de um único genótipo.

Um gameta masculino e um feminino, jungidos durante o fenômeno da fecundação, formaram um único ovo que, ao se dividir em dois blastômeros no início da embriogênese, separou-se em duas células idênticas, cada qual contendo exatamente e mesma mensagem genotípica. Assim, genótipos iguais expressam fenótipos também iguais.

Conforme nossos estudos espirituais, somos informados que a cisão do óvulo fecundado, originando duas células que se desenvolvem separadamente, sucede em função da presença de duas entidades reencarnantes ligadas ao óvulo.

O magnetismo exercido pela presença dos dois espíritos á que estimula a separação das células iniciais. Sem dúvida, há uma predisposição no terreno materno que facilita o processo.

Aliás, se assim não fosse, isto é, se a separação das células originando dois corpos é que desse origem à atração a dois espíritos, haveria uma inversão de valores e a não preponderância do mundo extrafísico ou energético sobre o mundo físico ou biológico.

Desenvolvem-se os gêmeos e podemos contemplá-los na sua fantástica semelhança física. Realmente, todas as suas células são geneticamente idênticas. Também tiveram a mesma alimentação e os mesmos cuidados familiares. Conviveram no mesmo útero materno, sob as mesmas influências magnéticas e impressões mentais do meio ambiente. Possuem um cérebro com idênticas possibilidades biológicas e potenciais bioquímicos. São gêmeos idênticos.

Não há, portanto, seja por influência do meio gestacional, educacional ou fatores genéticos, alguma justificativa convincente que explique as significativas diferenças comportamentais que às vezes eles apresentam.

Hoje nós os vemos, adultos, cada qual voltado para uma área diferente do conhecimento humano. Um deles aprecia música clássica, o outro música popular, o primeiro é voltado para a vida mais intelectual, enquanto que o segundo dedica-se à ginástica aeróbica e à educação física. Enfim, pendores peculiares que não podem ser considerados muito semelhantes.

Paralelamente, ao analisarmos pelo prisma reencarnacionista, sabemos que o ser pensante, o espírito, traz o seu patrimônio profundamente estratificado pelas vivências anteriores. Cada um passou experiências peculiares que registram em sua textura energética tendências intelecto-morais absolutamente particulares.

São dois espíritos distintos e com uma razão básica para reencarnarem sob o mesmo teto: o passado. Os vínculos do pretérito os prendiam ao mesmo núcleo familiar. Ali, encontrariam os afetos de romagens anteriores que lhes dariam o amparo necessário à sua jornada evolutiva.
Ali, voltariam a conviver com seus desafetos antigos que, sob o véu do esquecimento, teriam oportunidades de perdoar e sobretudo de amar.

Só a pré-existência do espírito poderia nos esclarecer racionalmente a razão de tão significativas diferenças entre dois indivíduos geneticamente idênticos, porém, embora anatomo-isiologicamente possam possuir as mesmas fragilidades e potencialidades a nível orgânico,
psiquicamente diferem muito.

São comuns, também, os relatos de gêmeos interligados emocionalmente; embora diferentes em suas tendências psíquicas, um capta as vibrações de sofrimento e angústia do outro. Percebem, à distância, os traumas sofridos pelo seu irmão e até os registram de algum modo. As ligações de
vidas anteriores que os mantinham mutuamente interligados, e tendo continuidade na gestação, permitem a rápida e fácil sintonia de ondas entre os dois. Mesmo de forma inconsciente, percebem, às vezes, as situações difíceis que o outro vivencia. Não se pode, no entanto, generalizar estas ocorrências, sob pena de se criar um mito.

Há gêmeos que não possuem esta sensibilidade e mesmo a facilidade de sintonia vibratória. Há, inclusive, gêmeos que reencarnam junto em função de dívidas mútuas e situações cármicas complexas, com envolvimento conjunto em dramas familiares.

A grande verdade é que há sempre uma razão superior e transcendental que os colocou próximos. Sobretudo, são individualidades diferentes e como tal devem ser respeitados

23 julho 2010

V Congresso de Saúde e Espiritualidade de MG e I Simpósio Internacional Explorando as Fronteiras da relação Mente Cérebro.

Nos dias 27 a 29 de setembro realizar-se-á o V Congresso de Saúde e Espiritualidade de

MG, no auditório do colégio Monte Calvário, em BH.Esse evento é o congresso anual da Associação Médico-Espírita de Minas Gerais e este ano tem como tema central: As potências da Alma.

Iremos discutiras variadas dependências e co-dependências ea sua profilaxia e tratamento na visão imortalista espírita, focando sobretudo no desenvolvimento das virtudes e do lado sadio de cada indivíduo.

As inscrições estão abertas e poderão ser feitas das seguintes maneiras:

· Pelo site: www.amemg.com.br

· Pelo telefone: (31) 3332-5293. Com Dorinha, das 9 às 17h.

· Pessoalmente na sede da Amemg, à Rua Conselheiro Joaquim Caetano, 1160, Bairro Nova Granada, Belo Horizonte-MG

A programação completa está disponível no site: www.amemg.com.br e no folder abaixo.
Na sexta-feira, 27/08 a entrada é franca e teremos o lançamento do Livro "Cura e autocura- uma visão médico-espírita", de Andrei Moreira, pela Ame editora

Informações: (31) 3332-5293 ameminas@yahoo.com.br


Será realizado nos dias 24, 25 e 26 de setembro em SP o I Simpósio Internacional Explorando as Fronteiras da relação Mente Cérebro.

Este Simpósio visa discutir as relações entre a mente e o cérebro sob as perspectivas científicas, filosóficas e espirituais. Palestrantes internacionais abordarão temas como

- Experiências de quase morte e a relação mente-cérebro

- Casos sugestivos de reencarnação e a relação mente-cérebro

- Pesquisas sobre experiências mediúnicas e relação mente-cérebro

- O Cérebro, a mente e experiências transcendentes

O evento tem parceria com a Disciplina de Emergências Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, ABRAMEDE, Faculdade de Medicina de Juiz de Fora, ABRANEC, entre outras.

O idealizador do Simpósio, Prof Dr Franklin Santana Santos, está a disposição para entrevistas ou participação em programas para falar sobre este tema e também sobre a Tanatologia, Cuidados Paliativos e Delirium.

EXPLORANDO AS FRONTEIRAS DA RELAÇÃO MENTE-CÉREBRO EM PARCEIRA COM A DISCIPLINA DE EMERGÊNCIAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA USP

As inscrições para o evento já estão abertas

A Pinus Longæva, empresa de assessoria e consultoria em saúde e educação, em parceria com a Disciplina de Emergências Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, organiza pela primeira vez no país, o Simpósio Internacional Explorando as Fronteiras da Relação Mente-Cérebro.

Tecnologias atuais como Tomografia Cerebral e Ressonância Nuclear Magnética Funcional, tornaram possível monitorar e conhecer áreas cerebrais ligadas às emoções e pensamentos, mas ainda que essas tecnologias tenham evoluído, também tem mostrado as limitações no entendimento do funcionamento da mente humana, especialmente em que bases consistem a natureza da relação entre o cérebro e a mente.

Para discutir essas relações entre a mente e o cérebro sob as perspectivas científicas, filosóficas e espirituais, o evento, que será realizado nos dias 24 a 26 de setembro, contará com a presença de palestrantes nacionais e internacionais.

O Simpósio é fruto da parceria entre a Pinus Longæva, a Disciplina de Emergências Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP) e o Núcleo de Pesquisa em Espiritualidade e Saúde da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e conta com o apoio de várias instituições, entre elas, a ABRAMEDE – Associação Brasileira de Medicina de Emergência e da ABRANEC – Associação Brasileira de Neurociência Clínica.

Os temas das palestras resultarão em um suplemento especial da Revista de Psiquiatria Clínica, publicada pelo Departamento e Instituto de Psiquiatria da FMUSP.

Através do site http://www.saudeeducacao.com.br/content/cerebro-mente-e-alma é possível fazer as inscrições tanto presenciais quanto à distância. No endereço também é possível conhecer um pouco mais sobre os palestrantes bem como os temas e palestras.

Palestras

24 de setembro - Sexta-feira

- Ciência e Mente: análise empírica e filosófica do cartesianismo e do materialismo reducionista proferida por Robert Almeder, PhD (EUA)

Professor Emérito de Filosofia na Georgia State University.

25 de setembro - Sábado

- O eterno retorno do materialismo: padrões recorrentes de explicações materialistas dos fenômenos mentais proferida por Saulo de Freitas Araujo, PhD (Brasil)

Professor adjunto do Departamento de Psicologia da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

- Fenômenos psíquicos e o problema mente-corpo: aspectos históricos de uma tradição conceitual negligenciada - Carlos S. Alvarado, PhD (EUA) Professor Assistente de Pesquisa, Department of Psychiatry, University of Virginia

- Física sem colapso, mecanicismo e espiritualidade - Chris J. S. Clarke, PhD (Inglaterra)

Professor visitante e ex-diretor da faculdade de matemática da University of Southampton (UK)

- O Cérebro, a mente e experiências transcendentes - Mario Beauregard, PhD (Canadá)

Professor associado de pesquisa, University of Montreal

- Experiências de quase morte e relação mente-cérebro - Peter Fenwick, MD (Inglaterra)

Neuropsiquiatra, Fellow do Royal College of Psychiatrists.

26 de setembro - Domingo

- Casos Sugestivos de Reencarnação e Relação Mente-Cérebro

Erlendur Haraldsson, PhD (Islândia)

Professor Emérito de Psicologia – Universidade da Islândia.

- Pesquisas sobre experiências mediúnicas e relação mente-cérebro

Alexander Moreira-Almeida, MD, PhD (Brasil)

Professor de Psiquiatria da Universidade Federal de Juiz de Fora – UFJF

Ficha Técnica

I Simpósio Internacional Explorando as Fronteiras da Relação Mente -Cérebro

Data: 24 a 26 Setembro 2010

Local: Centro de Convenções Rebouças - Avenida Rebouças, 600 - São Paulo – SP

Inscrições: pelo site http://www.saudeeducacao.com.br ou pelos fones (11)2737-0041/2478-4320

Organização e realização: Pinus Longaeva Assessoria e Consultoria em Saúde e Educação

Informações para imprensa:

DCC Comunicação

Fones: 11. 37913000/55334967

Denise L M Sassarrão - 81177302

Claudia Diomede – 91610024

Será realizado em SP o I Simpósio Internacional Explorando as Fronteiras da Relação Mente e Cérebro